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sábado, 10 de março de 2012

#NaoVivemosDeTitulosVivemosDeCorinthians

nike.com

POOOOOOOO ADRIANO, ASSIM NAOOOOO!

  • 06:39
  • 09Mar

Adriano recebe ultimato, e diretor indica que não deve renovar com atacante


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A passagem de Adriano pelo Corinthians não deve ir além de junho, data em que termina o contrato com atacante com o clube paulista. Em um ano, o Imperador fez apenas oito jogos – só jogou 90 minutos uma vez – e marcou dois gols. Nesta sexta-feira, o técnico Tite perdeu a paciência com a falta de dedicação do jogador. 

Após o treino, o diretor de futebol Roberto de Andrade também não aliviou. Segundo o dirigente, Adriano não atingiu as expectativas, e a renovação do contrato do atacante ainda não entrou na pauta. Muito pelo contrário.

“Ele vai cumprir o contrato. Esperávamos que ele se mostrasse útil para podermos conversar sobre renovação. Não chegou esse momento. Faltam alguns meses até o fim de junho. Simplesmente na parte física ele não correspondeu nessa semana”, afirmou o dirigente.
Tite não escondeu a insatisfação com a falta de empenho do atacante
Tite não escondeu a insatisfação com a falta de empenho do atacante
Crédito da imagem: Agência Estado
"Não posso afirmar (se o futuro dele está comprometido). O presente não está, porque ele o está vivendo. A gente aguarda a postura do Adriano dentro de campo, isso é o que nos interessa, o Adriano como jogador. Ele veio para jogar. Todos sabemos que a lesão o afastou dos gramados por um bom tempo. O que estamos tentando fazer é que ele entre em campo para jogar bola e ajudar o clube", disse.

O treinador Tite foi incisivo ao falar sobre o atacante. Embora tenha evitado se prolongar no assunto, ele usou frases como “o Corinthians é maior do que qualquer jogador” e “futebol é coisa séria”. Depois, encerrou o assunto com um recado enigmático para os jornalistas. “Sigam a percepçã
o de vocês.”

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IMPALA E SUA HISTORIA

O grande americano
O Impala representou um modelo de prestígio por
quase 30 anos, mas acabou descaracterizado
Texto: Felipe Cavalcante Bitu - Edição: Fabrício Samahá e Bob Sharp
Por mais criticado que seja, o American way of life — o estilo de vida americano — encanta muitos admiradores de automóveis. Deixando de lado os baixos limites de velocidade e o excesso de câmbios automáticos, os Estados Unidos foram por décadas a Meca da indústria automobilística. Em um mercado tão diversificado e concorrido, ter carisma é uma necessidade, e ser a preferida por muitos consumidores, um trunfo valioso. E este era o caso da Chevrolet, que vendeu mais de 13 milhões do que talvez fosse seu principal produto: o Impala.
O estudo de estilo de 1956: o nome Impala aplicado a um cupê de linhas esportivas, que parecia um Corvette de quatro lugares e teto rígido
A década de 50   Desde o final da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945, até à primeira crise do petróleo, em 1973, era fácil identificar o típico carro americano: os modelos full-size, com mais de cinco metros de comprimento e duas toneladas, servidos com motores V8 de alta cilindrada e caixas automáticas. Eram típicos de um período da história em que as gorjetas dadas aos frentistas equivaliam a alguns litros de gasolina, retrato de uma época em que nada parecia abater a prosperidade americana.

Preocupada em manter o sucesso da linha Chevrolet fabricada entre 1955 a 1957, a General Motors apresentava em 1956, no Motorama Car Show, o primeiro estudo do Impala, novo topo-de-linha que viria suceder os já tradicionais Bel Air (leia história). Uma tarefa árdua, pois não seria nada fácil substituir um produto já consolidado e de elevado prestígio, que em 1955 marcou a adoção dos primeiros V8 na marca.
O primeiro modelo de produção, 1958: mais baixo e largo que o Chevrolet de 1957, com opção entre cupê hardtop e conversível
O estudo se assemelhava mais a um Corvette para quatro pessoas do que a um legítimo sedã americano. Antecipando tendências de estilo, estava mais largo e baixo e possuía grande área envidraçada. Podiam-se observar elementos de estilo já vistos em esportivos estrangeiros da época, mas os traços do estilista-chefe da casa, Harley Earl, eram inconfundíveis.

O lançamento oficial do Impala só ocorreria em 1957, já como modelo 1958. Tratava-se de uma versão especial do Bel Air, superior na hierarquia ao Biscayne e ao modelo básico Del Rey. Era disponível nas versões conversível e hardtop (teto rígido, mas com jeito de conversível) e antecipava o estilo dos anos 60, sendo mais longo, mais baixo, mais largo e mais pesado que o Chevrolet de 1957. O entreeixos crescia em 64 mm, o comprimento em 229 mm e ficava 91 kg mais pesado.
Continua